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Desde o final de 2017, com a sanção da Lei 13.509, o processo de adoção no Brasil foi acelerado, mas a fila continua grande. São 43 mil famílias querendo adotar, enquanto 47 mil crianças aguardam por novas famílias, mas os perfis são inversamente proporcionais, com abrigados menos jovens e muita gente em busca de bebês, não tão numerosos.

Para falar sobre essa nova realidade da adoção no país, uma série de reportagens em cinco capítulos abordou o fator humano por trás dos números, em trabalho exibido na TV Senado. Segundo a nova lei, além da formalização de uma prioridade que já existia, para grupos de irmãos e crianças e adolescentes com problemas de saúde, há a garantir trabalhista para os adotantes, incluindo licença-maternidade, estabilidade provisória e direito a amamentação, além de reduzir o tempo de avaliação da Justiça para ratificar a permanência da criança com a família provisória de seis meses para apenas três. Confira:

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